O dólar deu uma trégua e recuou 0,99%, atingindo R$ 5,6863, o menor valor em meses. Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, brilhou com uma alta expressiva de 1,46%, fechando o dia em 130.834 pontos. Esse cenário de otimismo reflete a confiança dos investidores e um momento favorável para as ações. Será que essa tendência positiva vai se manter? Acompanhe as próximas movimentações e não perca nenhum detalhe!
Dólar cai e Ibovespa sobe: mercado financeiro em alta com expectativas para decisões de juros
Nesta segunda-feira (17), o dólar fechou em queda, atingindo R5,68, o menor patamar desde novembro do ano passado, quando registrou R5,68,o menor patamar desde novembro do ano passado, quando registrou R 5,6752. A moeda americana acumulou uma queda de 0,99% no dia, somando recuos de 3,89% no mês e 7,98% no ano. Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta de 1,46%, alcançando 130.834 pontos, o maior nível desde outubro de 2024, quando marcou 131.212 pontos. O índice acumulou ganhos de 6,54% no mês e 8,77% no ano.
Expectativas para os juros no Brasil e nos EUA
O mercado financeiro está de olho nas decisões dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos, que serão anunciadas na próxima quarta-feira. No Brasil, espera-se que o Banco Central (BC) eleve a taxa Selic em 1 ponto percentual, levando-a a 14,25% ao ano, o maior patamar desde o governo Dilma Rousseff. Já nos EUA, o Federal Reserve (Fed) deve manter as taxas de juros entre 4,25% e 4,50% ao ano.
Enquanto juros mais altos ajudam a controlar a inflação, eles também podem desacelerar a economia, tornando o crédito mais caro e reduzindo o consumo. No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está projetado em 5,66% para 2025, acima da meta do BC, que é de 3% ao ano.
Cenário externo: EUA e China
Nos Estados Unidos, a inflação permanece em 3% ao ano, acima da meta de 2%, e as políticas de tarifas do ex-presidente Donald Trump continuam a gerar preocupações, com potencial impacto inflacionário e risco de uma guerra comercial global.
Já a China anunciou no domingo (16) um “plano de ação especial” para estimular o consumo interno, incluindo medidas como aumento de renda em áreas urbanas e rurais, reformas habitacionais, subsídios para cuidados infantis e expansão do turismo. O anúncio foi bem recebido pelo mercado, que aguarda detalhes sobre a implementação dessas medidas.
Desempenho econômico recente
No Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), uma prévia do PIB, cresceu 0,9% em janeiro, o melhor resultado desde junho de 2024, superando as expectativas. Em 12 meses, o crescimento foi de 3,8%, refletindo uma recuperação gradual da economia.
O que está mexendo com os mercados?
O mercado financeiro vive um momento de otimismo, impulsionado pela queda do dólar e pela alta do Ibovespa, mas os investidores seguem atentos às decisões dos bancos centrais e aos desdobramentos internacionais. A próxima “Superquarta” promete movimentar ainda mais os mercados, com impactos diretos na inflação, no consumo e no crescimento econômico.
Fontes: Dados do mercado financeiro e agências de notícias.